Publicamos ontem (5) no Instagram do Razões a história da jovem mãe Jéssica Lima, 26 anos, de Recife (PE).
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A filha de Jessica, Brenda, tem microcefalia e outras alterações provocadas pela Síndrome Congênita do Vírus da Zika. Sem comida em casa, elas comem de favor na casa de vizinhos. Brenda não passa dos 7,3 quilos.
Jessica foi alertada pelo médico que se a filha não ganhasse peso até a próxima consulta, ela teria que usar uma sonda gástrica. A mãe está há um ano na fila do INSS aguardando a perícia do Benefício de Prestação Continuada (BPC).
Sua história comoveu muito a gente e milhares de pessoas, muitas delas mães. Lançamos a sua vaquinha na VOAA e em menos de 24h a meta dobrou!
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Com o valor, a Jéssica já falou da possibilidade de sair do aluguel! Continue contribuindo, todo valor a mais será para ela investir numa casinha. Clique aqui.
Esta semana, Brenda colocou uma sonda temporária, além do peso, ela estava com dificuldades para mastigar a comida.

Linda mobilização de mães no Recife
Além da vaquinha, a mobilização de mães no Recife tem sido linda! Moradoras da cidade montaram um grupo de doações para levar até a Jéssica as coisas que a pequena Brenda precisa, como fraldas, leite especial e suplemento alimentar.
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“Estou recebendo ligações e mensagens a cada minuto. Estou muito surpresa e feliz”, disse Jéssica.


Renda da família é Bolsa Família de R$171
Jéssica vive com R$ 171 do Bolsa Família. Ela paga o aluguel de um quartinho que vive com a Brenda e mais um filho, Bryan, 4 anos, no valor de R$ 100. Sobram R$ 71 para o restante do mês.
Segundo ela, o valor do benefício é o mesmo há três anos.
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No caso de Jéssica, como nos da maioria das mães de crianças com a Síndrome Congênita do Vírus da Zika, conciliar outras atividades é impossível: os cuidados com as crianças, que têm pouca ou nenhuma autonomia para atividades cotidianas, exigem dedicação em tempo integral, e a mãe quase sempre é sobrecarregada.
Há um ano esperando o agendamento da perícia do INSS
Há um ano Jéssica deu entrada no Benefício de Prestação Continuada (BPC), para idosos e pessoas com deficiência de baixa renda, em uma agência do Instituto Nacional do Seguro Social de Recife.
Nem perícia tinha ainda agendado. Com a repercussão da sua história, esta semana ela recebeu a ligação de que o exame estava agendado para o próximo dia 12 de março.
“Nem acredito”, comemorou ela.

O filho de 4 anos tem autismo e também precisa de remédios de uso contínuo
Ela já tentou pedir o benefício do BPC para o filho, mas a solicitação foi negada. O filho mais velho, de 12 anos, mora com o pai, desempregado, de quem Jéssica se separou há um ano.
Clique aqui e continue contribuindo para ajudar a Jéssica e seus filhos.
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