A USP está com um projeto muito bacana, que levará fogões solares para as comunidades de baixa renda em São Paulo. Eles darão os fogões e ainda farão o monitoramento da qualidade do ar interno de cada casa e a saúde dos moradores. Maravilha, não?
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O projeto ajudará famílias carentes e ainda atenderá três dos importantes Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU. Os idealizadores criaram um fogão que é capaz de usar a energia do sol, que é de graça, para cozinhar e assar alimentos de forma eficiente, segura e sem geração de poluentes.

Outro projeto bacana é o da Gastromotiva, que alimenta milhares de pessoas em situação de vulnerabilidade. Contribua para essa vaquinha!
O professor Alberto Hernandez Neto, da Escola Politécnica da USP, diz que não há desafios tecnológicos, mas uma mudança cultural.
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Como o cozimento dos alimentos demora um pouco mais, se compararmos com os fogões convencionais, será necessário que a população atendida entenda o processo e programe melhor o preparo das refeições.
Mais saudável que o fogão a lenha
O último relatório divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2018, 14 milhões de famílias ainda utilizam fogões a lenha no Brasil. O aumento do desemprego e o alto preço do gás de cozinha são algumas das justificativas apontadas.
Márcia Akemi Yamasoe, professora do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da USP, diz que os fogões a lenha são uma saída sustentável, mas ainda oferecem risco para a saúde de quem usa.
“Principalmente para mulheres e crianças, a poluição do ar indoor, por causa da fumaça, pode causar graves problemas cardíacos e respiratórios”, afirma.
Além disso, caso esses fogões fiquem dentro de casa, a poluição em ambientes internos é ainda outro fator de risco. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que os efeitos da poluição externa e interna do ar causam 7 milhões de mortes por ano.
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Os fogões com luz do sol são totalmente sustentáveis e ainda reduzem esses dados. A USP ainda não deu o prazo correto para a distribuição e nem o volume exato de peças que serão entregues, mas liberou uma entrevista com os pesquisadores envolvidos, mostrando parte da fabricação dos novos fogões.
Confira:
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FONTE: CicloVivo
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