Até o início deste ano, Alcionildo Ferreira, 32 anos, tinha o sonho de poder andar de mãos dadas com sua amada esposa. Devido a um trágico acidente, ele perdeu as pernas quando tinha apenas 7 anos de idade.
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Graças à vocês, a vaquinha para adquirir suas próteses foi um sucesso e agora, o morador de Campo Grande (MS), está prestes a recuperar sua locomoção.

Sensação de ficar em pé pela primeira vez!
No início deste mês, Alcionildo experimentou pela primeira vez as próteses feitas sob medida pra ele e teve a sensação de poder ficar em pé após mais de duas décadas.
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“Não sei nem como explicar, [foi] uma sensação muito diferente. Poder ficar em pé novamente após tanto tempo é muita emoção! Estou muito feliz. Não vejo a hora de dar o primeiro passo“, contou o pai de 2 crianças à VOAA.
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Com a ajuda de 1421 transformadores, conseguimos proporcionar esse momento maravilhoso ao Alcionildo e sua família.
No dia seguinte após testar as próteses pela primeira vez, o morador de Campo Grande comprou seu primeiro par de tênis. Imagina que legal que foi chegar na loja e escolher seu primeiro calçado após tanto tempo? ?

“Um sonho […] nunca imaginei que esse dia chegaria. Uma felicidade inexplicável. Só tenho a agradecer a todos vocês, do Razões Para Acreditar”, completou ele.
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Não tem como não se emocionar junto! ?❤️

Incrível, né? Esperamos que muito em breve o Alcionildo esteja realizando o sonho de, enfim, caminhar de mãos dadas com a Regineide, sua esposa.
Relembre a história
O Alcionildo perdeu as duas pernas quando tinha apenas 7 anos, gente! Ele brincava com o irmão mais velho em uma roçadeira quando desequilibrou e caiu. O veículo passou em cima de suas pernas. Ele chegou a passar 3 meses internado.
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Apesar da tragédia em sua infância, Alcionildo seguiu firme, forte e muito bem humorado. Ele é só alegria só de pensar em que pode voltar a andar depois de 25 anos.
Casa construída do zero
Mesmo que não tenha as duas pernas, isso não impediu Alcionildo de construir uma casa para sua família! Ele, a esposa Regineide Pereira, 29 anos, e seus filhos, de 5 e 8 anos, saíram da casa na qual moravam de favor e agora estão sob a proteção das paredes levantadas por Alcionildo.

A renda da família é baseada em um auxílio que o pedreiro recebe e no salário mínimo de Regineide como ajudante de serviços gerais em um hospital. Desta forma, nunca sobra aquele dinheiro para a tão sonhada prótese dele.
“Fico imaginando assim… Já imaginando como vai ser o procedimento para começar a andar de novo, né? Já fica aquela ansiedade, curioso. Eu não vejo a hora de botar no lugar e começar a dar o primeiro passo”, disse. Agora falta pouco, Alcionildo! ?

Fotos: VOAA
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