O vídeo do pequeno Gabriel, de apenas 7 anos, pedindo uma pá para tirar o barro de sua casa alagada pela enchente e ainda sorrindo, desestabilizou toda nossa equipe. ?
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A inocência das crianças sempre nos surpreende. O pequeno mora em Santa Luzia (MG), cidade que foi fortemente atingida por chuvas no dia 08/01. Acesse o site da vaquinha para ajudar o Gabriel. ?
A família, pai, madrasta e irmão, moram há apenas 500 metros do rio que transbordou e inundou toda sua casa, a água subiu um nível de mais de 2 metros de altura. Tiveram tempo de tirar apenas os documentos, e perderam tudo: móveis, eletros, roupas, mantimentos, colchões, fogão ?.

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“A prioridade maior é minha família, bens materiais conquistamos depois. Minha família conseguiu salvar” – desabafou o pai, Claudelino. ?
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Nos primeiros 3 dias, eles ficaram abrigados na casa de amigos, quando voltaram para sua casa tiveram que dormir em pallets de madeira, estão até hoje limpando todo o barro que ficou. Mesmo diante de toda essa tragédia, o pequeno Gabriel não tira o sorriso do rosto e está ali, ao lado de sua família, ajudando a tirar todo o barro.

Com a vaquinha, o pai quer reforçar a casa abalada pela enchente e construir mais dois cômodos em cima, para que, caso um dia aconteça isso novamente, eles tenham onde se abrigar. Além de comprar os móveis e eletros que perderam. Vamos juntos? Faça sua doação!
Sobre a família de Gabriel
A mãe biológica de Gabriel faleceu há dois anos, ela estava grávida de 9 meses de uma menina, teve eclâmpsia e devido a isso, um infarto, levando a morte dela e da bebê também ?.
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“Ainda me dói muito falar sobre isso, era nossa menininha que estava chegando, o menino sempre foi muito ligado a mim e ele que sempre me deu forças. Eu tenho que enfrentar a vida e cuidar dos meus filhos” – contou o pai, chorando.
Quando a mãe faleceu, a família dela pediu para que o pai e filhos saíssem da casa, porém um tio materno de Gabriel, comovido com a situação, cedeu uma outra casa à família, que é onde moram hoje.
Sr. Claudelino, pai de Gabriel, é autônomo e trabalha com produção de molduras de gesso, ganhando de R$ 600 à R$ 1000 reais, dependendo do mês. A madrasta, Irene, é formada em técnica de enfermagem, mas está desempregada.

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A história chegou até nós através do Romeirik, que já conseguiu doações de alguns colchões e cestas básicas para a família. Clique aqui para nos ajudar a mudar a vida do pequeno Gabriel!

Fotos: VOAA
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