Nesta quarta-feira (9), um cachorro subiu no topo do pódio dos Jogos Paralímpicos de Inverno, em Pequim, na China, ao lado de sua tutora, a paratleta austríaca Carina Edlinger.
PUBLICIDADE
CONTINUE LENDO ABAIXO
Riley é cão-guia de Carina, que faturou a medalha de olho no esqui cross country ao lado de seu parceiro, Lorenz Lampl, que também participou da prova com ela.
É comum ver cães-guia dentro da comunidade paralímpica, uma vez que eles acompanham os atletas cegos e com baixa visão no dia a dia.
Em 2016, nos Jogos Olímpicos de Verão, uma remadora do Canadá chegou a subir ao pódio da Paralimpíada do Rio com seu cachorro. No entanto, muitos países restringem a entrada de animais, como o Japão, que barrou cães-guias nas Paralimpíadas de Tóquio.
Leia Mais
![Esquiadora que faturou medalha de ouro leva cachorro para o pódio nas Paralimpíadas [VIDEO]](https://razoesparaacreditar.com/wp-content/uploads/2022/03/fotos-razoes-esquiadora-carina-edlinger-leva-cachorro-para-o-podio-das-paralimpiadas.jpg)
PUBLICIDADE
CONTINUE LENDO ABAIXO
De acordo com o portal Uol, nas Paralimpíadas de Inverno, esses companheiros caninos são ainda mais raros, uma vez que poucos deficientes visuais se classificam para as finais.
Ao contrário do atletismo, em que os guias correm ligados ao atleta paralímpico por uma cordinha, no esqui o guia vai na frente, com um comunicador, orientando o atleta, que vai atrás.
Vale salientar que atletas cegos e pessoas com deficiência visual parcial competem juntos em diversas modalidades.
A austríaca Lorenz é uma exceção. Com de 1,5% a 2% da visão, somente, ela é uma das atletas em Pequim com maior comprometimento visual, e depende de Riley para atividades do dia a dia. Assim, levar o cão-guia para a China era fundamental, o que exigiu que o IPC conseguisse um aval especial da China.
Dog on the podium alert! ❤️
PUBLICIDADE
CONTINUE LENDO ABAIXO
Carina Edlinger 🇦🇹 celebrates Para cross-country #Gold with her guide dog Riley on the podium.#WinterParalympics #Beijing2022 #ParaNordic @ParaSnowSports @NPC_Austria pic.twitter.com/jALjrtYs7k
— Paralympic Games (@Paralympics) March 9, 2022
“Se meu cachorro não pudesse entrar na China, eu voaria diretamente para casa. Portanto, não foi a tarefa mais fácil para o Comitê Paralímpico [Internacional]. É meio complicado, mas ele me ajudou não apenas a encontrar meus caminhos, mas também emocionalmente nos últimos dias. Mesmo quando você tem um dia ruim, seu cachorro ainda vem até você e quer receber carinho. Então ele é mais do que ouro. Ninguém pode torcer ou gritar tanto por mim”, disse ela, depois de conquistar a medalha de ouro.
PUBLICIDADE
CONTINUE LENDO ABAIXO
Fonte: BNews
Fotos: Lintao Zhang
Quer ver a sua pauta no Razões? Clique aqui e seja um colaborador do maior site de boas notícias do Brasil.






