Já ouviu falar do Roam? Um serviço que quer oferecer uma nova forma de morar. Uma espécie de rede de moradias compartilhadas.
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A ideia é como se você tivesse diversas moradias ao redor do mundo. Ou seja, depois de alguns meses em sua casa de Madria, você vai passar algum tempo na sua casa de Miami e assim por diante.
A stratup diz que eles não querem ser locais para férias e sim uma alternativa a forma como pensamos em moradia e viver.
O fundador, Bruno Haid, disse que após viver um período como nômade digital, sentiu falta de algo intermediário aos modelos do Airbnb e Housesitting (um tipo de hospedagem gratuita).
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Através da combinação de vivência compartilhada com o nomadismo, Haid espera ajudar a aliviar a solidão de chegar uma nova cidade e cultura sem conhecer ninguém. Cada morador tem seu próprio quarto e banheiro, mas eles também têm acesso a um espaço de coworking e áreas comuns compartilhadas. O objetivo é atender tantas pessoas quanto possível.
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“Se você vai de lugar para lugar, sempre se leva algumas semanas até se sentir em casa”, diz ele. “Isso é algo que nós queremos ter a certeza que pode ser sentido em menos tempo. Você pode literalmente aparecer em Bali e viver com pessoas que estiveram lá por um longo tempo, significa que você tem tudo o que precisa para navegar na comunidade local.”
Embora seja possível reservar por uma semana, a startup prefere que as pessoas fiquem mais tempo. Como outros experimentos de co-living, ele também acredita que é possível projetar melhor o espaço de vida se partes dela são compartilhadas, em vez de morar em quitinetes ruins e apertadas.
A empresa está tentando trazer mais do que o habitual público itinerante, como programadores ou designers. Alguns dos primeiros moradores incluem um dramaturgo, ativista dos direitos das mulheres no Médio Oriente e o fundador do primeiro espaço de co-working, em Berlim. Ele também é destinado a pessoas de todas as idades. “Não é apenas para os jovens”, diz Haid.
Ele estima que existam 1,2 milhões de pessoas que têm a renda e a capacidade de trabalhar remotamente e que podem viver dessa maneira.
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Fonte: Fast Coexist
Fotos: via Roam
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