Em abril de 2014, 276 garotas foram sequestradas de uma escola em Chibok, na Nigéria, pelo Boko Haram, um grupo terrorista que tem como objetivo acabar com a democracia na Nigéria e promover a educação exclusivamente em escolas islâmicas. O sequestro foi parte de um intercâmbio de prisioneiros com o Governo.
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Dezenas das garotas escaparam em uma briga inicial, mas mais de 200 permaneceram desaparecidas por mais de dois anos. As primeiras 21 foram libertadas em outubro de 2016, devido a negociações entre a seita radical e o Governo, além do apoio da Cruz Vermelha.
Neste sábado, o presidente nigeriano, Mahamadu Buhari declarou que 82 dessas garotas foram libertadas, em troca da libertação de terroristas.
“Hoje, 82 meninas de Chibok foram libertadas. Depois de longas negociações, nossas agências de segurança devolveram estas garotas em troca de alguns suspeitos do Boko Haram em poder das autoridades”, disse o porta-voz da presidência, Garba Shehu.
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Com a chegada das meninas, os pais das outras estudantes voltam a ter esperança.
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O apoio nas redes sociais é grande, graças a uma poderosa campanha de denúncia feita pelos pais e familiares das meninas. Personalidades como o Papa Francisco, que escreveu na sua conta do Twitter: “vamos todos nos unir em uma oração pela libertação imediata das estudantes raptadas na Nigéria”e como a ex -primeira dama Michelle Obama, que fez fotos com o lema #BringBackOurGirls, campanha criada para pedir a libertação das meninas sequestradas. Infelizmente, 113 garotas ainda estão nas mãos dos terroristas.

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