Cuba foi reconhecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como o primeiro país a eliminar a transmissão do HIV de mãe para filho, além da sífilis congênita. “A eliminação da transmissão do vírus é uma das maiores conquistas possíveis no campo da saúde”, disse a diretora geral da OMS, Margaret Chan, em comunicado.
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“Foi vencida uma grande batalha na luta contra a aids”, afirmou Carissa Etienne, a diretora da Organização Panamericana da Saúde (OPS), sediada em Washington (EUA). “Eliminar a transmissão vertical do HIV “representa um grande passo para Cuba rumo a uma geração livre de aids”, completou.
O certificado de eliminação da transmissão materno-infantil do HIV é dado ao país que registra menos de dois bebês infectados para cada 100 crianças nascidas de mães portadoras do vírus.
Cuba conquistou o título graças a uma série de medidas como a assistência pré-natal precoce e exames de HIV e sífilis tanto para as mulheres grávidas como para os pais. Além disso, o país também oferece tratamento às mulheres e a seus bebês cujo teste dá positivo e promove campanhas de prevenção, como o uso de preservativos.
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Tudo isso oferecido por um sistema de saúde “gratuito, acessível, regionalizado, integral e sem discriminação, baseado nos cuidados primários de saúde”, segundo o ministro da Saúde de Cuba, Roberto Morales Ojeda. Ele também atribuiu essa conquista a uma “vontade política” fundamental e à participação do povo cubano nos programas de atendimento e prevenção.
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via [El País Brasil]
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