Documentário traz luta por direitos da comunidade LGBT e reação dos conservadores e fundamentalistas religiosos

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A produtora Lente Viva vem rodando o país há mais de dois anos para levar às telas a luta por direitos da comunidade LGBT e a reação dos conservadores e fundamentalistas religiosos.

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“Correrias, percalços e perrengues se justificam porque realizar este documentário é, acima de tudo, abraçar uma causa. Nunca é demais lembrar: o Brasil é campeão mundial em crimes de homofobia. A cada 28 horas, um gay é assassinado”, escreveram em seu financiamento coletivo.

Para conduzir a história, a trupe resolveu acompanhar os bastidores do deputado federal Jean Wyllys no parlamento em Brasília.

Porém, #eu_jeanwyllys vai muito além do cinema político. “O documentário observa sua interação com o público, da Parada Gay aos programas de televisão em São Paulo. Abre a intimidade do protagonista em seu apartamento no Rio de Janeiro e em sua terra natal, Alagoinhas, no Recôncavo Baiano”, explicam.

Logo no título eles querem expor essa coisa do coletivo e de estimular a interação. “Um mosaico de temas atualíssimos que alimenta discursos de amor e ódio nas redes sociais – e que convida todos a participar.”

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E antes que perguntem, não, este longa-metragem não é uma peça publicitária encomendada pelo deputado Jean Wyllys.

“O que está em jogo é uma ideia, um valor, uma mensagem. É a vontade de abrir os raios da diversidade e da tolerância por entre nuvens tão carregadas de ódio”.

#Eu_Jean Wyllys – Depoimento do diretor Carlos Juliano Barros from Lente Viva Filmes on Vimeo.

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BONFIM

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1 COMENTÁRIO

  1. Jean Wyllys não passa de um safado que usa a desculpa de ser gay para se promover, todo militante GLS sério deveria manter o máximo de distância desta praga se quiser ser levado à sério. Um cara que se veste de Che Guevara, que era alguém que tratava gay à bala, que apoio o marco civil na internet, que apoia tudo que a Dillma propõe e depois diz na cara lavada que é oposição ao governo? Sinceramente a opinião de qualquer pessoa que apoie um bandido deste não me importa.
    Claro, vocês podem rebater com “sua opinião também não nos importa”. Pois que seja, não sou eu que estou sendo “oprimido” mesmo, então vocês podem continuar sendo alvo dos Che Guevaras atuais, afinal eu não tenho nada com isto, não é mesmo?

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