Em homenagem ao Dia do Farmacêutico, 20/01, vamos contar a história da Débora Ferreira, gerente farmacêutica de uma unidade da Droga Raia, em São Paulo. Mais do que ir além da sua obrigação, ela agiu com o coração!
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A dona Luiza, de 70 anos, e o esposo, de 75, são clientes da farmácia há algum tempo. Gostam tanto do atendimento que, mesmo morando em um bairro distante, aparecem por lá sempre que precisam.
Numa dessas visitas, Débora perguntou com quem eles passariam uma data comemorativa. Dona Luiza e o marido moram sozinhos e sem parentes próximos. Então, seriam só eles dois mesmos.

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Conversa vai, conversa vem, dona Luiza revelou que tem uma irmã que vive nos Estados Unidos, mas com quem não falava há anos. Isso porque custa caro uma ligação de telefone fixo e também por não saber usar aplicativos de mensagens no celular, como WhatsApp..
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“Então, eu falei, ‘vamos fazer assim, antes de eu ir para o trabalho, passo na sua casa e te ensino a mexer no celular”, lembra Débora.
Porém, o plano acabou não dando certo. Mas pensa que Débora desistiu de ajudar a dona Luiza? Nada disso! Ela fez questão de indicar um amigo da sua confiança, o Matheus, pra ensinar a idosa e assim foi.
Dona Luiza voltou a falar com a irmã distante e, desde então, sua vida mudou, pra melhor: “Até hoje ela é agradecida. Isso mudou a vida dela, ainda mais porque ela tem depressão”, diz.
“Professor” foi contratado pela farmácia
Modesta toda vida, Débora diz que não fez nada de extraordinário, mas que ser solidário faz parte da cultura da empresa.
“É muito legal saber que eu pude ajudar e agradeço à Droga Raia por ter plantado em mim esse propósito, que é cuidar de perto, de todo mundo, em todos os seus momentos de vida, independente se for dentro ou se for fora da farmácia”, afirma.
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E sabe o amigo da Débora que ensinou a senhorinha a usar o Zap? Ele mostrou a mesma atenção e carinho valorizados pela empresa no atendimento ao cliente. Débora não pensou duas vezes e o indicou para trabalhar na farmácia. O rapaz foi contratado e hoje é atendente.

Demais, não é mesmo?
No final, Débora não mudou uma, mas duas vidas! ?
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