Graças ao amor do ambientalista Paulo Amorim, administrador da Reserva Ambiental Revecom, em Santana, no Amapá, quatro corujinhas da espécie “coruja de igreja” foram resgatas e cuidadas com muito amor para retornarem à natureza.
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Infelizmente, a mamãe foi vítima de preconceito, já que muitas pessoas ainda associam o animal à morte e maus agouros.
“Os próprios moradores mataram a mamãe e retiraram os filhotes do ninho. Disseram que ‘faziam muito barulho e as corujas rasga-mortalha dão azar’”, lamentou Paulo.
Ai, gente. É de cortar o coração. ?
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Mesmo passando por dificuldades financeiras, correndo risco de fechar as portas, a Reserva não deixou os filhotinhos desamparados! Clique aqui e ajuda a Reserva a continuar esse lindo trabalho.
“Diz a lenda que se a rasga-mortalha canta sobre a casa de alguém ou se faz ninho no telhado, o dono da casa morre! Por isso ela é perseguida pela sociedade culta e inculta. Um absurdo.”

Apesar da crise, Reserva não abre mão dos animais
Hoje, a Reserva Ambiental Revecom vive uma grave crise financeira. O projeto, que sobrevive da colaboração da comunidade e do convênio da Prefeitura de Santana, está sem dinheiro para sustentar o trabalho e corre o risco de fechar.
Enquanto cuidava das corujinhas, Paulo se viu sem muitos recursos. Porém, com criatividade e amor, ele criou as corujinhas da melhor maneira possível.
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A primeira ideia dele foi fazer uma ‘mamãe coruja de meia’. Ela foi essencial para os primeiros dias dessas avezinhas.


Camundongos improvisados para alimentar as corujinhas
Outro momento difícil, mas levado com bom humor, foi quando a Reserva ficou sem camundongos para alimentar as corujinhas.
Para os bichinhos não passarem fome, ele improvisou com carne de porco e tiras de bacon! Fonte de cálcio e fósforo, os “carnemundongos” eram “temperados” com farinha de casca de ovos calcinada.
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“Tentamos com uma instituição de pesquisa de Belém, mas se negaram a fornecer. Aí, tive de inventar. Criei os “carnemundongos”, construí esses franksteins de camundongo e foi um sucesso! Depois conseguimos adquirir os petiscos com calma, devido a uma campanha pela internet”, contou Paulo.

Corujinhas voltaram à natureza
Após 4 meses cuidando dessas belezinhas, Paulo se despediu das corujinhas e elas deixaram saudades! ❤

Além das corujinhas, a Reserva já resgatou milhares de animais.
Com 17 hectares, localizada às margens do Rio Amazonas, a Reserva é o lar de 300 animais silvestres resgatados.
Há mais de 20 anos a Reserva faz um lindo trabalho de proteção da fauna e flora amazônica.

Infelizmente, o projeto está sem dinheiro para sustentar o trabalho e corre o risco de fechar.
Ajude a reserva ambiental a salvar mais vidas. Clique aqui e contribua com a sua vaquinha!

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