Dependendo da condição da paciente, a cesárea pode acarretar vários riscos à saúde da mãe e do bebê. Tanto é verdade, que a Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda que o procedimento seja adotado em, até, 15% de todos os partos realizados. O índice no Brasil é bem superior a isso: 27,5% no SUS e 79,7% na rede privada.
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O Ministério Público Federal usou esse dado para que a Agência Nacional de Saúde (ANS) cobre dos planos de saúde uma redução no número de cesáreas. Algumas das principais medidas a serem adotadas são:
– Estabelecer uma remuneração três vezes maior para um parto normal do que para uma cesariana.
– Criar notas de qualificação para operadoras e hospitais, seguindo o critério de adoção de práticas humanizadoras de nascimento e diminuição dos partos cirúrgicos.
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– Determinar às operadoras e hospitais que possibilitem a atuação de enfermeiros obstétricos e obstetrizes no trabalho de parto e no próprio parto.
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Segundo o texto, com o decreto, a sociedade ganha a promoção dos benefícios de um parto humanizado.
via [Crescer]
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