O número de mortes na guerra civil na Síria chegou a 470 mil, segundo o jornal britânico “The Guardian” e o bombardeio não cessa.
Já o de feridos chega a 1,9 milhão de pessoas. Os números poderiam ser ainda maiores se não fosse o trabalho salvador de médicos voluntários que atuam em Aleppo.
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Um bebê nascido no ano passado poderia entrar para essas estatísticas perturbadoras, mas foi “ressuscitado” pelos médicos. A mãe do menino, identificado apenas como Mayissa, caminhava para o hospital, em trabalho de parto, quando foi atingida por um bombardeio.
O impacto da explosão quebrou seu braço direito, a perna esquerda e os estilhaços atingiram sua barriga, o que fez os médicos pensarem que a criança nasceria morta. Um vídeo filmado por Waad al-Kateab em julho mostra o momento angustiante dos médicos tirando o bebê sem vida do ventre de sua mãe.
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Não havia sinal de batimentos cardíacos, mas isso não foi suficiente para fazer os médicos desistirem de salvar o recém-nascido. Após injetar uma substância desconhecida no cordão umbilical, um dos médicos pendura o bebê de cabeça para baixo e massageia assiduamente suas costas.
De repente, o bebê começa a chorar. “Mais poderoso por um momento que o grito diário de morte de Aleppo”, disse o narrador do vídeo, o jornalista Matt Frei. “Depois de 20 minutos de ressuscitação, temos a recuperação”, comemorou o médico.
O vídeo faz parte de uma série do telejornal britânico Channel 4 News que documenta os bombardeios em Aleppo. Assista:
Com informações do New York Post / Todas as imagens: Reprodução
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