Muita gente guarda papéis com os desenhos dos filhos de quando eram crianças, como forma de preservar as “obras de arte” que os pequenos faziam enquanto desenvolviam sua coordenação motora e interpretavam o mundo à sua volta.
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Mas Keith Anderson, que mora em Ontario, California, resolveu preservar um pouco da infância de seu filho Kai de uma forma bem diferente, ele “reservou” seu braço direito para tatuar os desenhos que o pequeno faz. Ele tem feito isso desde que o filho tinha 4 anos, hoje ele tem 11, e todo ano ele pede para o garoto fazer um desenho que posteriormente vai virar uma tatoo.
Três tatuadores diferentes já foram responsáveis por passar a arte de Kai para a pele. Nos últimos anos, o garoto tem acompanhado o pai e até se arriscou a fazer parte de uma das tatuagens. “A primeira foi a flor – eu tatuei quando ele estava no jardim de infância. Então nós fomos e fizemos o nome dele e a casa de quando tinha 4 anos. Quando ele tinha 6 nós fizemos o cavalo marinho e 7 foi a folha de Maple com o C de “Canadá”. 8 foi o vitral, que é um dos meus favoritos; foi sua própria ideia abstrata“, contou ele ao fotógrafo Chance Faulkner, autor das fotos.
Ele diz ainda que continuará fazendo as tatuagens até quando seu filho não quiser mais fazer os desenhos.
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A foto abaixo mostra o primeiro desenho do filho que virou tatoo, quando ele estava no jardim de infância.
Todas as fotos © Chance Faulkner
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Um paizão cheio de amor pra dar, sem dúvida, mas não sou adepta de se marcar o próprio corpo para sempre com qualquer tipo de imagem, seja desenhos do filho ou retrato da progenitora, namorada, guru, time de futebol, cara do cão de estimação, mantras, frases bíblicas, borboletas, feras,etc., embora adeptos e profissionais do ramo curtam de montão a febre. A não ser cicatrizes provenientes de acidentes ou marcas de nascença nem sempre removíveis, nada mais bonito do que a pele humana ao natural, seja preta, branca ou amarela mas marcada eternamente seja lá com o que fôr, passível de um arrependimento futuro nem sempre perfeitamente corrigível, tô fora.
Que bom. Mas eu não vejo tatuados chamando não-tatuados de caretas ou ficarem dizendo “não sou adepto de ser tão desmarcado”. Viva e deixe viver.
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