Vitor Eleotério é um jovem do Rio de Janeiro apaixonado por tecnologia. Ele trabalhava como entregador, mas manda super bem na programação e estava participando de um processo seletivo para uma vaga de emprego.
PUBLICIDADE
CONTINUE LENDO ABAIXO
Apesar da dedicação e competência, foi dispensado por não ter computador, nem celular.
“Meu celular estava com a tela quebrada, meu PC era lento e levava 50 minutos para abrir o emulador“, disse.

Leia Mais
Foram dois meses trabalhando no projeto para lutar por uma vaga de emprego. Para entregar o produto, Vitor fez de tudo.
PUBLICIDADE
CONTINUE LENDO ABAIXO
“Tentei resolver o problema espelhando meu celular no PC, mas não tinha cabo USB e nem dinheiro para comprar, pedi emprestado para uma amiga. O programa ainda não rodava. Tive a ideia de usar o teste grátis do Microsoft Azure para simular a aplicação na nuvem. Achei que não daria, mas entreguei o projeto“, contou.

Nossa, quantos obstáculos! Mas o pior é que depois de tudo isso, ele foi dispensado por não ter os recursos para desenvolver o projeto, apesar de todos os elogios que recebeu.
Recebeu uma mensagem de áudio dizendo: “Infelizmente, tu não foi escolhido dessa vez. O que pegou mais foi tu não ter uma infra necessária para tocar nosso projeto, tu não tem um computador e teu celular ‘acabou’ recentemente”, dizia o funcionário da empresa no áudio.
Foi aí que Vitor fez um post no Linkedin falando sobre o que aconteceu e uma enxurrada de gente decidiu ajudá-lo.
PUBLICIDADE
CONTINUE LENDO ABAIXO
Ele recebeu uma mentoria para fazer uma prova de certificação da Microsoft Azure junto com um voucher custeando o valor do curso, um curso da Udemy, e uma pessoa disse que vai enviar um computador para ele.
Ah, também tentaram dar um celular para Vitor, mas ele não quis porque já havia consertado o seu velhinho.
Vaquinha para motoboy humilhado por homem em condomínio de luxo para dar a volta por cima! Clique aqui e contribua.
PUBLICIDADE
CONTINUE LENDO ABAIXO
Trajetória
Vitor mora sozinho desde os 16 anos de idade. Trabalhou em navios de cruzeiro e conseguiu comprar a própria casa.
Fez curso de programação na Resilia e cursava faculdade de Análise e Desenvolvimento de Sistemas na UVA, mas a grana acabou e ele trancou o curso. O jovem começou a trabalhar aos 13 anos e desde o início da pandemia perdeu o emprego que tinha de entregador.

“Eu acho que grandes empresas perdem grandes colaboradores, por tratar de todos os processos seletivos como uma régua. Não adianta ter pessoas altamente técnicas e mal caráter ou sem motivação que desistem nos primeiros obstáculos“, falou.
Você não desistiu, Vitor, e vai se dar muito bem. Temos certeza!

Quer ver a sua pauta no Razões? Clique aqui e seja um colaborador do maior site de boas notícias do Brasil.






