As touradas, prática muito comum na França, Portugal e Espanha, não serão mais consideradas como patrimônio imaterial francês, o que abre brechas para a sua proibição em todo território da França, a partir de projeto de lei formulado pela deputada Geneviève Gaillard. Caso o projeto seja aprovado, existirá uma forte chance de que o movimento anti-touradas consiga proibir a prática em outros países e principalmente na Espanha, que costuma mostrar este evento como patrimônio cultural, para atrair turistas.
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Certa vez publicamos sobre uma cidade espanhola desistiu de promover a sua tradicional corrida de touros após protestos de ativistas de direitos animais.
Um morador disse: “Era a tradição, mas uma tradição agonizante. As pessoas não querem mais ver animais assustados correndo por suas vidas. Muitos animais eram feridos ou traumatizados e isso não era justo”.
Relembre: Cidade espanhola substitui touros por bolas gigantes em corrida tradicional
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Post originalmente publicado aqui. Foto: PASCAL GUYOT / AFP
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Espero que o mesmo seja, um dia, aplicado para RODEIOS e VAQUEJADAS tão adoradas em nosso país. Não entendo como podem achar que não é sofrimento jogar ao chão, puxando pelo rabo, um bicho de 500kg que está correndo desesperadamente. Isso sem contar todos os “estímulos” a que eles são submetidos para sairem em disparada. O boi é um animal pacífico, assim como o cavalo. Se estão correndo, com ou sem um humano parasita na grudado em suas costas, já é evidência de sofrimento e exploração. O touro na tourada morre na arena, por isso gera mais comoção aos seres humanos hipócritas. O touro no rodeio e na vaquejada morre quando não servem mais para o esporte (ou vocês acham que ele terá uma vida livre de aposentadoria?).
Detalhe: hipismo também é exploração. Nenhum animal evoluiu para ficar pulando dia após dia aquelas altas barreiras com uma besta humana grudada no lombo.
Cultura e tradição não pode ser sinônimo de exploração. Nestes eventos o verdadeiro interesse é o dinheiro! Nenhum animal precisa daquilo, só o humano. Isso caracteriza escravidão e crueldade, adjetivos que não são exclusividade da espécie humana.
A palhaçada de um divertimento torturando animais não tem graça nenhuma, além de ser covardia pura de quem faz e quem assiste.
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