“O meu maior medo é perdê-lo”, desabafa Patrícia Souza, mãe de Renan, que nasceu com uma deformidade congênita da parede do tórax chamada pectus excavatum.
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Conhecida como “peito escavado”, ela compromete a função cardíaca e respiratória, causando dor intensa no tórax e nas costas.
Mas a dor maior de Renan talvez seja a psicológica. Desde outubro do ano passado, o garoto que mora na pequena Conselheiro Mairinck (PR) não vai à escola porque já não aguentava mais o bullying que sofria. ?
“Ele não está indo na escola desde outubro do ano passado, pegou um trauma da escola, os colegas perguntam e tiram sarro dele”, disse a mãe.
Renan chegou ao limite do que poderia suportar. Desenvolveu depressão e tentou até suicídio. Felizmente, não aconteceu o pior.
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Porém, os efeitos perversos de olhares e comentários maldosos continuam ali. Renan anda sempre de camisetas compridas e evita se socializar.
“Eu que tenho que ir conversando e perguntando as coisas, se não ele fica semanas no quarto e até parece ele nem está dentro de casa.”
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Risco de parada cardíaca e respiratória
O problema de Renan foi identificado aos 12 anos.
Cada vez mais, Patrícia teme pela vida do filho. E tem motivo para isso.
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Quanto mais cresce, Renan, que hoje tem 1,82 de altura, vê a curvatura na parede do tórax aumentar.
A qualquer momento ele pode ter uma parada cardíaca e respiratória.
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Cirurgia para reconstrução do tórax
Patrícia conseguiu pelo SUS a cirurgia que fará o filho ter uma vida nova.
Antes precisa comprar uma placa de titânio, que custa em torno de R$ 20 mil, e só então Renan vai poder fazer a cirurgia de reconstrução do tórax.

“Consegui a cirurgia dele no SUS por meio de uma ação judicial e a promotora notificou o Estado, se não, eu teria que pagar R$ 70 mil da cirurgia”, lembra Patrícia.
O que a família ganha trabalhando na roça é pouco. Demoraria um tempo que Renan não tem para comprar a placa de titânio sem depender da ajuda de terceiros.
Mas eles dependem e têm esperança de que vão conseguir. ?
Para isso, criamos uma vaquinha na VOAA.
O valor cobrirá a compra da placa de titânio e também custos com medicamentos e acompanhamento médico.
Vamos dar uma vida nova ao Renan? Clique aqui e doe.
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