Um pai, e diga-se de passagem, de um bebê lindo, à alguns anos atrás chegou na conclusão de que, trabalhar em um emprego tradicional é algo ‘tóxico’. Adrian Hoppel, é um webdesigner na Filadélfia, atualmente ele utiliza um novo sistema na hora de apresentar seu trabalho para os clientes. Adrian não cobra mais dinheiro por seu trabalho. Ele começou a fazer uso do que chama de: “economia do presente”.
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Adrian explica em seu site: “Por mais de uma década eu trabalhei no mercado corporativo, e consegui o que tradicionalmente é considerado sucesso: Fui vice-presidente nos meus vinte anos, tinha grandes contas de despesas, roupas caras, viagens internacionais, bom salário, cheques de bônus e uma grande quantidade de material adquirido. Mas eu me sentia mal, usado e amargurado. Todos os dias era como se eu fosse um ator, usando meu traje sob medida e recitando minhas falas ensaiadas, depois voltava para casa e tentava me reconectar com a pessoa que eu queria ser. Ficou cada vez mais difícil manter a aparência para o próximo show.”
Adrian explica sua filosofia de “economia presente” da seguinte forma: “Se nós decidirmos trabalhar juntos, eu vou construir um site como um presente. Depois que estiver pronto, eu o entrego a você. Então, se considerar que o projeto valeu a pena, pode escolher algo justo como presente. Não há nenhum contrato, nenhuma negociação, nenhuma pressão.”
Obviamente, para algumas realidades tal atitude seria impossível. Mas, a experiência de Adrian serve-nos para exemplificar o quanto nossa felicidade é o importante em todos os momentos, e o quanto nos anularmos é algo completamente tóxico. Podemos não adotar uma ”economia presente” de forma financeira, mas talvez possamos adotar uma “economia presente” com nós mesmos, ao invés de cobrarmos resultados perfeitos, podemos cobrar mais alegria!
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